Saúde

Como Trazer a Sua Comunicação de Benefícios para a Era Digital

22 Novembro, 2018
  • Marla Arnall

    Comunicações e líder de branding, Mercer Marsh Benefits™

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"Hoje, os empregados querem novas maneiras de trabalhar e uma experiência que ofereça acesso digital, personalização e bem-estar digital intuitivos a tempo."

Os constantes avanços na tecnologia abrem uma ampla variedade de novas opções para as pessoas, ajudando-nos a construir nosso próprio mundo digital. Agora podemos fazer nossas compras semanais em supermercados totalmente automatizados que contam com câmeras e sensores para rastrear o que os compradores retiram das prateleiras e o que colocam de volta. A ascensão da Internet das Coisas (IoT) personalizou nossas casas, permitindo que os dispositivos "conversem" uns com os outros. Um exemplo disso é uma geladeira inteligente com uma câmera embutida que exibe o conteúdo da geladeira em smartphones, que é outra maneira pela qual a tecnologia torna as compras de alimentos mais convenientes.

As empresas sabem que os empregados gostam e fazem uso total de computadores e smartphones fora do trabalho, portanto, com a mudança acontecendo ao nosso redor, por que não mudamos a maneira como comunicamos os benefícios?

Esse é um tópico que discuti no recente 2018 Employee Benefits event (Evento Benefícios aos Empregados, de 2018) em Cingapura, e falarei mais detalhadamente sobre ele aqui.

Hoje, os empregados querem novas maneiras de trabalhar e uma experiência que ofereça acesso digital, personalização e bem-estar digital intuitivos a tempo. Mas isso não é fácil. Os departamentos de RH estão sob crescente pressão para não apenas desenhar programas de benefícios econômicos e atraentes, mas também entregá-los de maneiras que demonstrem que eles realmente se importam.

Cinquenta e três por cento dos empregadores se comunicam com seus empregados uma vez por ano sobre benefícios. E a comunicação anual é normalmente realizada de duas maneiras: pessoalmente na sessão de renovação ou fornecendo um manual aos empregados.1 Aumentar a frequência da comunicação é uma das maneiras mais rápidas para os empregadores impulsionarem o engajamento dos empregados e a valorização de seus benefícios, e vale à pena, pois os empregados que sentem que suas necessidades estão sendo atendidas têm duas vezes mais chances de defender.

Qual é a melhor forma de fazer isso? Para os empregadores, tornar a experiência digital é o futuro. Contudo, isso não significa que as mudanças precisam ser feitas no desenho dos benefícios, há muitas maneiras de melhorar os métodos de comunicação.

Quatro dicas para tornar sua comunicação de benefícios mais parecida com uma experiência do consumidor:

1.    Na marca: Os nomes das marcas estão em toda parte - em outdoors, televisão, lojas, etc., mostrando que as mercadorias e como as percebemos desempenham um papel fundamental em nossas vidas. Portanto, marcar sua experiência digital desempenha um papel importante para garantir que os empregados reconheçam a importância dos benefícios e também ajuda a aumentar a conscientização.

2.    Interativa: Os dias de manuais para os empregados do tamanho de uma enciclopédia cheios de páginas sobre direitos extensivos a benefícios escritos no jargão de seguros são coisa do passado. No entanto, um manual para o empregado mais fácil de usar ainda é relevante, e os empregadores são agora aconselhados a criar materiais responsivos que funcionem como um aplicativo ou site, ao invés dos estáticos, para ajudar os empregados a se comunicar de forma eficaz.

3.    Personalizado: nossa pesquisa mostra que, adicionando um toque pessoal às informações dos benefícios aos empregados ajuda a desenvolver uma jornada individual. Um exemplo disso é usar vídeos personalizados com nomes individuais incorporados no clipe para mostrar aos empregados suas declarações. Essa abordagem aumenta a ação, a confiança e a apreciação entre os empregados.

4.    Social: Todos (praticamente) estão em alguma plataforma de mídia social, e os empregadores precisam aproveitar isso alavancando o que seus empregados estão dizendo nesses canais. Compartilhar histórias positivas dos empregados sobre seus benefícios ou o prazer de trabalhar para a empresa é uma maneira fantástica de atrair talentos e aumentar o moral. Também reforça sua posição como empresa.

A utilização dessas quatro dicas ajudará a aumentar a conscientização sobre os benefícios, explicará como os empregados aproveitam seus benefícios, ajudará os empregados a entender qual plano é adequado para eles e, por fim, os empregados compartilharão suas experiências e falarão positivamente sobre isso

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Yvonne Sonsino | 08 ago 2019

A Inteligência Artificial e a automação estão mudando nosso mundo constantemente, inclusive a maneira como trabalhamos. Tome, por exemplo, o voo espacial da NASA em 1962. Naquela época, Katherine Johnson, personagem central do livro e filme "Estrelas Além do Tempo", ficou famosa por verificar manualmente a matemática do computador da NASA para colocar uma nave espacial em órbita pela primeira vez. Alguns poucos anos depois, no entanto, essa dependência da inteligência humana foi repassada para calculadoras e computadores. Hoje em dia, o avanço da automação parece algo quase assustador com a crescente e rápida sofisticação da Inteligência Artificial. O índice de IA da Forbes mostra que o volume de investimento anual de capital de risco em IA é seis vezes maior agora do que no ano 2000.1 Esses enormes avanços nos recursos de IA podem parecer destruir nossas ideias de como o trabalho é realizado, mas, na verdade, são apenas uma continuação do desenvolvimento. Compreender e utilizar isso é fundamental para a economia global e, em um nível pessoal aprofundado, para o modo como todos nós nos sustentamos. Prepare-se de modo criativo   Embora os robôs possam facilmente substituir trabalhos cotidianos de nível básico (como o trabalho realizado em fábricas, fazendas e restaurantes de fast food), quase que diariamente surgem novos indicadores que mostram como cargos administrativos nos setores financeiro, jurídico, de seguros e contabilidade também estão sendo automatizados. Se é possível replicar mais do que apenas trabalhos físicos rotineiros e se também é possível simular a criatividade, capacidade relacional e inteligência humanas com a Inteligência Artificial em uma escala mais econômica, então como o trabalhador médio conseguirá competir por trabalho? Os líderes de empresas de todos os tamanhos deveriam estar questionando-se sobre como manter os elementos humanos do trabalho, tais como a inteligência emocional, as habilidades pessoais, a capacidade de julgamento e o talento natural. Precisamos analisar como manter essas importantes facetas humanas enquanto utilizamos as ferramentas mais eficazes à nossa disposição. Como preparação para a revolução pessoal iminente (que deve atingir seu ápice nos próximos 15 anos), as organizações precisam compreender os atributos necessários para o sucesso do trabalho. Os líderes precisam começar a antecipar os diferentes cenários do futuro do trabalho, incluindo áreas em que a produtividade, criatividade e inteligência humanas são igualadas ou superadas por colegas artificiais. A automação é inevitável, mas existem vários resultados possíveis. Em vez de tentar adivinhar como será essa reviravolta, os líderes atuais podem preparar as organizações e seus funcionários para um futuro incerto. Isso exige pensar de modo criativo sobre quais habilidades e aptidões devem ser mantidas e quais podem ser automatizadas. Vemos uma vontade cada vez maior de aproveitar o melhor dos dois mundos. Considere estes quatro cenários futuros possíveis para dar asas à sua imaginação e comece a pensar no futuro de maneira inovadora. A lacuna de talentos   Uma visão sobre a ameaça da IA é que ela não só poderia criar uma lacuna de riqueza e trabalho, como também poderia criar uma lacuna de talentos se as condições de promover talentos não existissem mais. Se os robôs se apoderarem da maioria dos trabalhos humanos, poderemos nos deparar com a condição futura de potencial humano não realizado. O aumento na dependência da tecnologia poderia fazer com que números cada vez maiores de pessoas se sentissem sem vontade de aprender ou de fazer muitas coisas, assim a inteligência natural não conseguiria florescer e prosperar. Sem empregos para os quais se preparar, as crianças podem não receber mais educação da mesma maneira. A revolução da IA poderia transformar o talento de um recurso natural em algo que só pode ser criado por aqueles que tiverem acesso à IA mais sofisticada possível, deixando os outros para trás. Meu amigo, o cobô   Quando se trata de trabalho de conhecimento de alto valor (envolvendo sistemas e fatos complexos). é provável que a IA se desenvolva em uma velocidade que as pessoas não consigam utilizar ou compreender. Isso as coloca em risco de substituição, e não de coexistência. Essa situação é diferente da automação do trabalho manual ou físico, que é propenso ao erro humano e à exaustão. O desempenho da automação do trabalho administrativo é mais sutil, diminuindo os erros e as horas de trabalho, eliminando a parcialidade emocional das decisões e aumentando a escala e a complexidade. Os trabalhadores de conhecimento devem se sentir confortáveis ao trabalhar juntamente com a IA e com robôs. Uma visão futura pode incluir cobôs: robôs colaborativos que trabalham com operadores humanos e colegas. Os cobôs são um novo elemento da relação de trabalho que precisa ser criado à medida que as equipes passam a ser compostas pela mistura diversa de inteligência humana e artificial. Diversidade e inclusão na década de 2020   A Inteligência Artificial apresenta uma nova maneira de pensar sobre a diversidade e equipes. Equipes diversas tomam decisões melhores e obtêm melhores resultados comerciais. Isso inclui a "diversidade cognitiva": diferenças nos estilos de solucionar problemas ou de processar informações. A próxima etapa óbvia é incluir robôs equipados com IA na diversidade cognitiva da sua equipe. Seu estilo de resolver problemas é conhecido, determinado pelo código em que são executados e pelos conjuntos de dados em que são treinados. São o contrapeso perfeito para membros humanos da equipe desestruturados e variáveis. A otimização da equipe logo significará projetar uma combinação avançada de mentes humanas criativas com mentes de IA estruturadas, aplicadas em diferentes elementos da tarefa disponível. Nova função do RH   O papel do RH deve evoluir com o crescimento da automação no local de trabalho. Os trabalhadores humanos e de IA coexistirão em um grupo de trabalho, e o RH deverá utilizar os melhores funcionários em cada tarefa determinada. Para isso, será necessário compreender o poder e as aptidões dos robôs, além de (e talvez de modo ainda mais importante) suas limitações. A utilização dos recursos humanos nas tarefas certas será uma habilidade importante do RH. À medida que o RH se concentra cada vez mais na gestão de dados e recursos de análise, os líderes de RH precisam considerar a ética dos dados pessoais obtidos dos funcionários, possíveis funcionários, prestadores de serviços e clientes. As ferramentas de trabalho digitais e inteligentes que dominarão o futuro dos negócios tendem a coletar milhares de informações sobre seus usuários. Consequentemente, o RH tem uma responsabilidade maior como guardião dos dados pessoais e privacidade humana. Considerando esses possíveis cenários futuros, os líderes podem começar a traçar estratégias sobre como preparar as organizações e seus funcionários para uma dependência maior de IA e automação. Fontes: Columbus, Louis. "10 Charts That Will Change Your Perspective on Artificial Intelligence's Growth." Forbes. Jan. 12, 2018. https://www.forbes.com/sites/louiscolumbus/2018/01/12/10-charts-that-will-change-your-perspective-on-artificial-intelligences-growth/#2314726a4758.  

A posição única da África como um continente composto amplamente por jovens que estão adotando a transformação digital oferece aos bancos de todo o mundo um breve olhar sobre o futuro. Essa nova geração prefere agilidade a burocracia, e automação on-line a interações convencionais perturbadas por ineficiência humana, restrições geográficas e falta de capacidade de adaptação.           Na realidade, 40% dos usuários de bancos africanos dizem que preferem usar canais digitais para suas necessidades bancárias.1 Esse movimento drástico na preferência dos clientes está empurrando a África para a vanguarda das mudanças e tornando o setor bancário africano um berço de inovação. A África do Sul, Quênia, Nigéria e Costa do Marfim, em particular, estão liderando o caminho, atravessando o impacto e consequências sem precedentes que a digitalização dos serviços bancários e ascensão das "fintechs" estão tendo nos clientes, na receita e no futuro dos funcionários bancários. A ascensão do uso móvel e dos serviços bancários digitais   O uso móvel e os serviços bancários digitais andam de mãos dadas. Os usuários bancários africanos preferem os serviços bancários digitais porque já incorporaram os canais digitais em seu estilo de vida. Em 2017, mais de 90% da África subsaariana era coberta por redes 2G; agora, redes de banda larga móvel mais avançadas estão sendo implementadas rapidamente em todas essas regiões, onde um terço dos usuários móveis — 250 milhões de pessoas — têm um smartphone.2 Essa familiaridade com a tecnologia móvel e confiança nas plataformas digitais facilitam a adoção de canais bancários digitais. Criação sem precedentes de acesso à prosperidade   Dispositivos mais rápidos e baratos e o acesso mais amplo a redes robustas estão permitindo que os países pobres da África dêem um salto para uma nova época de conectividade, informação e recursos on-line. Esse forte desenvolvimento não só ofusca o impacto da telefonia fixa, como também cria uma nova realidade onde, na África subsaariana, os telefones celulares são mais comuns do que o acesso à energia elétrica. Os sistemas monetários móveis que permitem às pessoas enviar dinheiro diretamente a partir de seus telefones elevaram o destino econômico das populações — tirando da pobreza, por exemplo, 2% dos lares quenianos entre 2008 e 2014.3 A Nigéria (onde 60% da população tem menos de 25 anos), juntamente com a China, Índia, Paquistão e Indonésia, terão 50% do 1,6 bilhão de usuários de internet móvel projetados para estar on-line até 2025.4 "O crescimento contínuo de gerações de usuários bancários conectados e com conhecimento tecnológico deve revolucionar todo o setor e suas forças de trabalho". Os desafios da modernização das forças de trabalho bancárias   Para compreender o impacto que a transformação digital e os serviços bancários móveis estão tendo nos bancos e seus funcionários, basta olhar os desenvolvimentos recentes no Standard Bank: mesmo sendo um dos bancos mais poderosos e influentes da África, ele anunciou o plano de fechar até 91 agências em todo o continente, colocando em risco mais de 1.000 empregos.5 A digitalização das transações e processos que eram antes realizados por seres humanos está criando grandes desafios para os bancos e funcionários bancários que se sustentam com as habilidades cada vez mais antiquadas. Para o setor bancário mundial, a África representa um futuro inevitável e muito próximo, e os funcionários têm razão de estarem preocupados com a viabilidade de suas carreiras bancárias. Enquanto grandes bancos estão buscando maneiras inovadoras de lutar contra a concorrência cada vez maior e de promover o crescimento de suas carteiras em meio a condições comerciais complicadas, está surgindo uma nova geração de bancos orientados pela tecnologia e organizações fintech, como o TymeBank e o Bank Zero. Encontrar oportunidade em tempos de mudança   Com a mudança, existe sempre oportunidade. O relatório Global Talent Trends 2019 da Mercer explica que a inovação pode muitas vezes apresentar grandes obstáculos às forças de trabalho legadas, mas também pode oferecer oportunidades sem precedentes para o desenvolvimento da carreira e crescimento profissional. A Mercer pode oferecer aos CEOs, CFOs e executivos bancários o conhecimento e recursos necessários para implementar a digitalização em todo o setor financeiro, usando as lições aprendidas com o forte avanço bancário na África. A junção na África da tecnologia com clientes com conhecimento tecnológico acelerou a taxa na qual o setor bancário digital está crescendo e o potencial desse crescimento pode elevar o local de trabalho mundial. Enquanto os clientes com conhecimento tecnológico em todo o mundo exigem que os bancos migrem investimentos, recursos e estratégias para fintechs e plataformas móveis fáceis, a experiência confiável da Mercer oferece transparência e estratégias claras que capacitam os bancos — e suas forças de trabalho — a se adaptarem a uma nova era da transformação digital. Fontes: 1Agabi, Chris. "40% of African bank customers prefer digital channels transactions — Report." Mobile Money Africa, 23 Apr. 2019, https://mobilemoneyafrica.com/blog/40-of-african-bank-customers-prefer-digital-channels-transactions-report. 2Radcliffe, Damien. "Mobile in Sub-Saharan Africa: Can world's fastest-growing mobile region keep it up?" ZDNet, 16 Oct. 2018, https://www.zdnet.com/article/mobile-in-sub-saharan-africa-can-worlds-fastest-growing-mobile-region-keep-it-up/. 3"In much of sub-Saharan Africa, mobile phones are more common than access to electricity." The Economist, 8 Nov. 2017, https://www.economist.com/graphic-detail/2017/11/08/in-much-of-sub-saharan-africa-mobile-phones-are-more-common-than-access-to-electricity. 4Kazeem, Yomi. "Nigeria's young population will help drive global mobile internet user growth over the next decade." Quartz Africa, 18 Sept. 2018, https://qz.com/africa/1393908/gsma-nigeria-to-add-50-million-mobile-internet-users-by-2025/. 5Khumalo, Kabelo. "Customer behaviour triggered Standard Bank move to close 91 branches." Business Report, 15 Mar. 2019, https://www.iol.co.za/business-report/companies/customer-behaviour-triggered-standard-bank-move-to-close-91-branches-19896105.

Gail Evans | 25 jul 2019

O poder da Inteligência Artificial moldará o futuro do trabalho e otimizará a produtividade. À medida que a transformação digital continua acelerando as operações de negócios, nossas agendas pessoais e de trabalho têm se tornado cada vez mais integradas. Nunca antes os pais, profissionais e comunidades inteiras de pessoas se viram forçados a harmonizar as demandas crescentes de seu trabalho e vidas pessoais. Organizar as responsabilidades da vida moderna pode parecer assustador. Criar filhos saudáveis e equilibrados, apoiar um parceiro ou amigo em dificuldade, impressionar o chefe e os colegas de trabalho e não comprar aqueles biscoitos de chocolate (quem tem tempo para jantar?) podem sobrecarregar a alma humana. Felizmente, as plataformas de IA não estão só mudando o modo como os profissionais organizam as informações e interagem com os dados, mas também o modo como eles lidam com os desafios da vida cotidiana. Apresentamos Warren   O Warren, o assistente digital de consultoria da Mercer, é uma plataforma de Inteligência Artificial sofisticada, concebida para utilizar dados em tempo real com padrões aprendidos, destinada a aumentar a produtividade da força de trabalho. Ele trabalha 24 horas por dia, 7 dias por semana, para garantir que suas obrigações pessoais e profissionais estejam bem organizadas e seu plano de carreira esteja avançando. Ele faz isso contextualizando dados do passado, presente e futuro e simplificando suas responsabilidades e agenda de modo a incentivar uma melhor tomada de decisão. Em outras palavras, o Warren é o seu orientador pessoal exclusivo, o confidente e companheiro de equipe — a convergência total entre pessoas e tecnologia. Todos os dias, as pessoas lutam para maximizar o valor do seu tempo. Com frequência, nosso trabalho é prejudicado por dados inferiores que resultam em escolhas ruins, agendamento ineficiente e distrações que consomem tempo. Muitas pessoas não têm tempo ou recursos para se adaptarem às mudanças inevitáveis nas prioridades diárias urgentes. O Warren veio para ajudá-las a se concentrarem no que é mais importante, quando é mais importante. Trata-se menos de como a tecnologia nos informa e mais sobre construir uma existência híbrida de máquinas e pessoas trabalhando em conjunto. Você traz o elemento humano para a relação com a sua criatividade, pensamento estratégico e empatia, e o Warren amplia seus recursos humanos fazendo recomendações baseadas nas metas e objetivos designados. Ele então faz ajustes conforme as conversas prévias com você. Todos os profissionais, não só os que estão no topo da hierarquia, merecem um assistente pessoal que ajude a esvaziar a mente. Essa democratização da força de trabalho com a Inteligência Artificial revolucionará o modo como as ideias se tornarão realidade e o crescimento dos negócios. Os dias de compartimentalização das vidas pessoal e profissional já eram. O Warren permite que você priorize e resolva imediatamente tudo o que a vida exigir de você: o diretor da escola do seu filho espera que você atenda o telefone às 13h de uma terça-feira, e seu chefe lhe envia um e-mail às 20h na quinta-feira esperando uma resposta rápida. Sem problemas. O Warren veio para ajudá-lo a ter sucesso em um mundo que exige muito do seu tempo, energia e equilíbrio mental. O Warren responderá assim: "Não, seu filho não tem alergia a amendoim." "Sim, você informou a equipe sobre a reunião de vendas e imprimiu os relatórios para cada membro." Pronto e pronto. A vida moderna é uma experiência totalmente integrada e sem fronteiras. Bem-vindo à nova normalidade. Trabalhe na velocidade da IA   Trabalhar na velocidade da Inteligência Artificial significa jamais ter que se perguntar se deixou o fogão aceso, onde é o local da sala de reunião das 9h ou a exatidão dos dados do gráfico que ilustra os números de produção do último trimestre. Esqueça os lembretes colados no computador, aqueles momentos embaraçosos na sala de conferências quando a apresentação em PowerPoint não carrega e ter que memorizar mais uma senha. Diga adeus àquele momento em que você olha a taça de vinho tarde da noite e se pergunta se é um bom pai. Você com certeza é porque o Warren o lembrou de não marcar aquela ligação importante com o escritório de Hong Kong durante a estreia da sua filha como o Gato Risonho na peça "Alice no País das Maravilhas" da escola. O Warren reconhece as idiossincrasias e a capacidade de falhar dos seres humanos. Ele verifica os fatos e realiza um controle de qualidade de cada etapa do seu dia atarefado. Todo aspecto da sua vida profissional será otimizado com a tecnologia da Inteligência Artificial, que, consequentemente, aumentará bastante a qualidade e o prazer da sua vida pessoal também. Ao prever e reduzir nossos próprios erros humanos e lapsos de julgamento, a IA consegue tornar nossa experiência humana mais significativa, gratificante e impactante. Assim como os e-mails, as mensagens instantâneas e as chamadas de vídeo mudaram a forma de comunicação entre as pessoas, o Warren está mudando a maneira de as pessoas se comunicarem com elas mesmas, suas tarefas de trabalho e suas carreiras inteiras. Uma época de IA democratizada   À medida que os negócios se voltarem para o crescimento, as pessoas terão cada vez mais liberdade para pensar além das minúcias das obrigações diárias e utilizarão aquele novo tempo, espaço mental e capacidade para continuar buscando e avançando. No local de trabalho, o Warren capacita a mudança em todos os níveis da organização, que mudará para sempre a dinâmica de influência e o fluxo de ideias. As grandes ideias e mudanças visionárias não virão mais de cima para baixo. Do CEO, do estagiário temporário e da majestosa sala da diretoria até a tumultuada sala de correspondências, as soluções inovadoras e ideias vanguardistas virão de todos os lugares. Com a democratização da IA, as pessoas mais próximas dos produtos, soluções e serviços terão finalmente tempo e capacidade necessários para refletir sobre as melhorias e criar a próxima prática recomendada ou ideia. A IA servirá de inspiração para os funcionários de todos os níveis pensarem de modo mais inteligente e rápido, desenvolverem estratégias que mudem o jogo e identificarem novas maneiras de criação conjunta e inovação. O Warren e outras tecnologias de IA permitirão que os funcionários, independentemente do cargo, nível ou posto, se desenvolvam pessoal e profissionalmente. O futuro do trabalho, assim como no passado, será definido pelo acesso às informações e oportunidades, bem como pela integração da tecnologia e potencial humano. Agora a IA apresenta aos negócios um universo de possibilidades sem precedentes, e os empregadores devem fazer todo o possível para capacitar seus funcionários de modo que possam competir no futuro e continuar agregando valor à empresa. O Warren é a versão de IA de um colaborador dedicado que mal dorme, só lida com fatos e dados precisos e jamais roubará seu almoço na geladeira. Por último, o Warren é um colega de uma nova era de pessoas, tecnologia e da força de trabalho simbiótica.

Mais sobre Saúde

Liana Attard | 21 fev 2019

A vida no escritório pode ser extremamente estressante, especialmente com a natureza competitiva do trabalho e longas horas que podem levar a estresse e distúrbios de sono para alguns empregados. Na verdade, o estudo da Mercer Marsh Benefits para a nossa pesquisa 2018 Medical Trends Around the World (Tendências Médicas em Todo o Mundo, de 2018) mostrou que, globalmente, os três principais fatores de risco para os empregados continuam sendo risco metabólico e cardiovascular, risco alimentar e risco emocional/mental. Para colocar os problemas globais de saúde mental em perspectiva, 1 em cada 3 pessoas no Reino Unido foram registradas como sofrendo de problemas de saúde mental. A ênfase agora está nos empregadores para ajudar com o bem-estar mental de seus empregados, fornecendo estratégias abrangentes de bem-estar para a saúde emocional e mental. A adoção de estratégias integradas de saúde e bem-estar, sustentadas por capacidades digitais e de dados mais fortes, será um fator crítico no gerenciamento do aumento dos custos dos programas de benefício saúde da força de trabalho. Os empregadores são encorajados a adotar uma abordagem sistêmica completa para o bem-estar, na qual a saúde mental é reconhecida juntamente com a saúde física, como um dos elementos essenciais para ajudar os empregados a alcançar seu potencial. Mas, infelizmente, os empregadores demoram a perceber os riscos relacionados à saúde mental, com menos de 50% das seguradoras e os respectivos planos médicos do empregador fornecendo acesso a aconselhamento pessoal. Na Ásia, a saúde mental tende a ser um tema tabu, pois tem um estigma em torno dela e os empregados estão preocupados em apresentar seus problemas em um ambiente de trabalho altamente competitivo. A Pesquisa de Morbilidade Mental de Hong Kong, um estudo de três anos lançado em 2010, descobriu que menos de um quarto das pessoas com perturbações mentais comuns procuraram apoio médico no ano anterior e apenas 3,9 por cento consultaram um psicólogo, informou o SCMP. Quando perguntamos às seguradoras: Quais são os três fatores de risco que você acha que mais influenciam os custos médicos em grupo patrocinados pelo empregador? Globalmente, como mencionei anteriormente, a saúde mental ficou em terceiro lugar, com 43%. No entanto, na Ásia, a saúde mental ficou na base da lista, atrás do risco ocupacional (44%) e do risco ambiental (51%), com 31%. Mas isso não significa que os programas de benefícios para a saúde mental na Ásia devam ser ignorados pelas empresas, mesmo com o aumento dos custos médicos em todo o mundo. De acordo com a pesquisa 2018 Medical Trends Around the World, o custo médico global em 2017 aumentou 9,5%, quase três vezes a taxa da inflação de 3,4%. O aumento de Hong Kong ficou abaixo do nível médio global, mas superior ao das outras duas cidades asiáticas desenvolvidas, a saber, Cingapura (8,6%) e Coréia do Sul (7%).  “Os custos médicos de Hong Kong ultrapassaram significativamente a taxa da inflação local e os custos do empregador com os cuidados de saúde continuam a crescer. Portanto, os empregadores devem rever o desenho de planos de saúde existentes, investir mais em análise de dados e adotar uma abordagem sistêmica completa para gerenciar efetivamente os custos de saúde dos empregados,” comentou Billy Wong, Líder de Health & MPF Business da Mercer, Hong Kong. Os empregadores podem enfrentar o risco de problemas de saúde mental, lançando estratégias de saúde no local de trabalho. Confira minhas idéias sobre maneiras de manter sua força de trabalho mentalmente saudável e feliz.  Treinamento de Mindfulness: Ao implementar o treinamento de mindfulness no trabalho, os empregados serão capazes de lidar efetivamente com o estresse, aumentar a produtividade no escritório, manter um foco maior e melhorar a saúde em geral. Mas o que exatamente é treinamento de mindfulness? É uma técnica de meditação que visa concentrar a mente no momento presente, o que aumenta a capacidade de um empregado de trabalhar nas tarefas do dia a dia e encontrar equilíbrio. Programas de condicionamento físico: Os benefícios para a saúde física de exercitar-se são bem documentados, mas o exercício também é uma forma eficaz de melhorar sua saúde mental. O exercício libera endorfinas que fazem as pessoas se sentirem felizes. Os empregados que estão se sentindo estressados, deprimidos ou sofrendo de ansiedade são aconselhados a treinar por 30 minutos algumas vezes por semana. Horário de trabalho flexível: Trabalhar em casa e horários de trabalho flexíveis dão aos empregados a liberdade de que precisam para permanecer motivados. A flexibilidade permite que os empregados façam uma pausa e diminui o risco de esgotamento. Trabalhar em casa pode reduzir o estresse dos pais, uma vez que os empregados têm a flexibilidade necessária para atender às necessidades que vêm com o fato de ter uma família. Esses fatores aumentam o moral dos empregados e ajudam a reduzir o absenteísmo.  

Sophia Van | 07 fev 2019

Saúde é a nova riqueza. Nosso bem-estar físico e mental afeta todos os aspectos de nossas vidas - incluindo nossa capacidade de ser pais amorosos, amigos solidários e profissionais de sucesso. Informações sobre nossa saúde são profundamente pessoais. Ninguém além de nossos profissionais de saúde confiáveis deve ter acesso aos nossos detalhes mais particulares. A natureza sensível de nossos registros médicos, no entanto, torna-os um alvo cobiçado para criminosos cibernéticos sofisticados. As economias em crescimento estão particularmente vulneráveis. Os criminosos cibernéticos visam os cuidados de saúde por duas razões fundamentais: o setor de saúde é uma rica fonte de dados pessoais valiosa que gera um alto valor em dólares no mercado negro, e os processos e tecnologias existentes no setor de saúde estão repletos de vulnerabilidades. O crescimento exponencial de dados pessoais de saúde está sendo gerado a partir de um número crescente de dispositivos e redes conectados. Até o final de 2020, cerca de quatro bilhões de pessoas estarão conectadas através da Internet das Coisas Médicas (Internet of Medical Things - IoMT). De acordo com o Instituto INFOSEC, mais de 70% dos dispositivos IoMT não possuem garantias fundamentais de segurança, pois os aplicativos se concentram principalmente nos recursos do software, e não na segurança dos dados. A IoMT, portanto, apresenta aos especialistas em segurança cibernética desafios sem precedentes que exigem a colaboração de diversos interessados e prestadores de cuidados dentro dos ecossistemas de saúde. Esta é uma guerra crescente. Os ataques cibernéticos estão aumentando em termos de número, escala e nível de sofisticação. Um relatório recente da CBI Insights revela que, “Desde 2017, cerca de seis bilhões de registros digitais confidenciais foram roubados em todo o mundo e o número continua crescendo. Apenas nos últimos dois anos, houve pelo menos três violações distintas de dados, nas quais pelo menos um bilhão de registros confidenciais foram roubados ou expostos de uma só vez.”1   De um único laptop em um vilarejo rural a equipes de elite de especialistas patrocinados por governos nefastos, os cibercriminosos podem operar em qualquer lugar com conexão à Internet e estão direcionados a organizações de saúde em economias em crescimento que não implementaram sistemas modernos e sofisticados de defesa. Comunidades de saúde, profissionais de segurança cibernética e governos devem reconhecer essas cinco realidades enquanto procuram maneiras de combater a ameaça persistente e onipresente dos hackers cibernéticos. 1. Saúde tem um alvo nas costas. Os três principais alvos dos cibercriminosos são registros eletrônicos de saúde, infraestrutura de saúde e registros médicos individuais. A informação sensível tornou-se uma mercadoria muito poderosa na sociedade moderna. Assim como ouro, diamantes e dinheiro impresso atraem ladrões há séculos, a informação tornou-se um dos ativos mais valiosos da Terra. Quanto mais sensível, prejudicial ou reveladora for a informação, mais valor ela possui. Detalhes sobre como indivíduos e grupos saudáveis ou não podem ser resgatados por preços astronômicos.     Em julho de 2018, o ransomware teve como alvo a SingHealth, a maior instituição de saúde de Cingapura, e roubou as informações de 1,5 milhão de pacientes, incluindo o perfil do primeiro-ministro do país, Lee Hsien Loong - identificado como alvo específico do ataque. Esses tipos de ataques de ransomware são constantemente perpetrados contra as unidades de saúde, enquanto lutam para implementar estratégias abrangentes de defesa. Essa tendência só aumentará, uma vez que os criminosos cibernéticos e as instituições de saúde tentam se superar, como os ladrões de bancos e os bancos fizeram ao longo da história.2 2. Hacks podem significar vida ou morte. Uma das ameaças atuais mais preocupantes à privacidade de informações sobre saúde é um sério comprometimento da integridade e disponibilidade de dados. Esses riscos incluem possíveis danos à segurança e saúde de um paciente, perda de informações de saúde protegidas (PHI) e acesso não autorizado aos dados. De fato, em 2013, o Washington Post informou que os médicos do vice-presidente Dick Cheney ordenaram a desativação da funcionalidade sem fio de seu implante cardíaco por medo de que ele pudesse ser hackeado por terroristas.3 É possível argumentar que os crimes cibernéticos no setor de saúde podem ter consequências muito mais drásticas para o patrimônio da marca das instituições do que grandes perdas financeiras. O medo de não conseguir acessar as informações críticas de saúde é um sentimento legítimo e intenso de desconforto. Essa ansiedade é parcialmente o que dá à informação seu valor e poder. As violações de segurança de dados podem afetar diretamente a saúde e o bem-estar dos pacientes e até mesmo resultar em fatalidades. Destruir os registros médicos e sequestrar as prescrições farmacêuticas críticas pode rapidamente resultar em vitimas e causar a morte. Ao roubar informações e manipular o medo do público, os cibercriminosos podem alavancar seus ativos roubados de maneiras sem precedentes. A realidade é que esses crimes têm consequências com risco de vida e podem ser perpetrados em todo o mundo no meio da noite. 3. Violações são inevitáveis e podem ser internas. Os ganhos monetários potenciais para os hackers são enormes. Sem surpresa, mais de 70% das empresas do setor de saúde esperam uma violação de criminosos cibernéticos motivados financeiramente. No entanto, a imagem difundida de um hacker solitário trabalhando em um apartamento escuro em uma cidade anônima, ou grupos nefastos patrocinados pelo governo de ciber-ladrões estrábicos enfileirados em cubículos sem graça, representa apenas parte da história. Empregados internos também representam uma grande ameaça para as instituições de saúde. Todo funcionário é um ser humano e, independentemente de estarem ou não descontentes, financeiramente perturbados ou simplesmente inconscientes de como seus comportamentos podem afetar os protocolos de segurança, existe o potencial de corrupção. Ter as permissões de segurança certas, senhas e acesso a informações confidenciais pode ser simplesmente muito tentador para empregados internos com um motivo oculto.  4. Medidas de segurança robustas são necessárias. A perseguição e os confrontos entre gato e rato continuarão a evoluir à medida que os hackers buscam continuamente novas formas de penetrar as defesas das instituições de saúde e das partes interessadas dentro dos sistemas de saúde - incluindo os fabricantes de dispositivos médicos conectados. Os criminosos internacionais e especializados na tecnologia de hoje são determinados, sofisticados e criativos. As instituições de saúde devem ser ainda mais. Embora a crescente conscientização sobre as ameaças de segurança cibernética tenha abalado todo o setor, muitas empresas em economias em crescimento não montaram e executaram uma estrutura de segurança holística que forneça supervisão abrangente da governança e da diretoria. As medidas de segurança carecem de uma abordagem integrada que aproveite os talentos e a perspicácia não apenas dos profissionais de saúde, mas também das forças de segurança cibernética e dos formuladores de políticas em todos os níveis de governo. A integração perfeita de recursos de defesa é necessária para combater os cibercriminosos que representam uma ameaça dinâmica e em evolução. Todas as partes interessadas que lidam com dados de saúde devem mudar de defesas cibernéticas passivas para defesas cibernéticas ativas. A segurança cibernética para a IoMT também deve ser uma agenda importante para os dispositivos médicos da próxima geração. Governos e formuladores de políticas devem fornecer diretrizes de segurança e protocolos regulatórios para fabricantes de dispositivos médicos. O setor deve desenvolver e adotar rapidamente as melhores práticas, estruturas e arquiteturas para garantir as proteções de segurança cibernética em toda a IoMT. Hospitais e sistemas de saúde precisam proteger dispositivos médicos da mesma forma que os bancos garantem a segurança dos cartões de crédito que emitem. As economias em crescimento devem responder, e liderar, com medidas de segurança e políticas de segurança cibernética apropriadas. 5. Saúde pode revidar. Ransomware e crimes cibernéticos podem criar um caos inimaginável. Mas empresas, comunidades e economias em crescimento não são impotentes. Ao trabalhar juntas, podem criar uma rede de sistemas, ativos e protocolos que podem frustrar até mesmo os hackers mais tenazes. Diligência é a chave. O setor de saúde deve ser proativo sobre a prevenção de ataques cibernéticos antes que eles ocorram e ser inteligente em responder a eles e mitigar os danos quando ocorrerem. Embora muitas instituições de saúde tenham começado a desenvolver estratégias de segurança eficazes, poucas implementaram um plano completo que aborde estratégias de preparação, prevenção, detecção e resposta e recuperação.  O setor de saúde e as partes interessadas associadas devem abordar estratégias de defesa de segurança cibernética com o mesmo nível de seriedade e força que os militares aplicam às suas próprias estratégias de defesa. Por exemplo, um programa de defesa eficaz e agressivo incluiria o uso de tecnologias enganosas que impedem ataques, enganando os invasores. Além disso, a inteligência artificial (IA) pode monitorar o tráfego dentro e fora de cada dispositivo conectado e diferenciar entre comportamento normal e anormal em tempo real - alertando os profissionais de segurança de rede quando o dispositivo estiver ouvindo ou conversando com redes, servidores ou indivíduos criminosos. A IA pode bloquear proativamente os maus atores em tempo real antes que eles possam obter acesso e infligir danos. As estratégias vitoriosas de segurança cibernética interceptam e impedem ataques proativamente; afinal de contas, uma vez que um dispositivo tenha sido comprometido e servidores de nível superior tenham sido violados, o dano foi feito. Por fim, o setor de saúde deveria considerar outras medidas defensivas inovadoras, como computação quântica, salas de guerra de segurança cibernética que fornecem centros de operações de segurança ininterruptamente e uma estratégia holística que aproveita não apenas a tecnologia, mas também o comportamento e os processos humanos. Para saber mais sobre como os cibercriminosos mantêm as instituições de saúde como refém  e o que a indústria pode fazer para se proteger, leia este documento.   1 Why Ai, Blockchain, & Enhanced Encryption Are The Future Of Enterprise Data Security: http://www.cbinsights.com/research/ai-blockchain-encryption-enterprise-data-security-expert-intelligence/ 2. Singapore Suffers 'most Serious' Data Breach, Affecting 1.5m Healthcare Patients Including Prime Minister, Eileen Yu - https://www.zdnet.com/article/singapore-suffers-most-serious-data-breach-affecting-1-5m-healthcare-patients-including-prime/ 3 Intermountain Healthcare Launches Security Operations Center To Combat Health Data Cyberattacks: https://www.modernhealthcare.com/article/20151114/MAGAZINE/311149977

Martine Ferland | 24 jan 2019

Imagine isso: No início do dia, Mike fala com seu smartphone e sua assistente virtual exibe uma tela personalizada dedicada à sua saúde e bem-estar. Há uma mensagem de parabéns dizendo que ele ganhou um vale-presente de sua loja de ciclismo favorita por atingir sua meta de composição corporal. O poder desse sistema é que ele integra as necessidades de trabalho com os requisitos de saúde pessoal. Ele mostra a agenda de reuniões da manhã e sugere um espaço para uma corrida em grupo na hora do almoço que se encaixa no dia dele. Há uma lista de tarefas já organizada com base nas prioridades e prazos do Mike, mas também uma análise do padrão de sono da noite anterior, algumas sugestões sobre como melhorar seu sono e um sinalizador de que Mike precisa se reidratar para manter o pico da função cognitiva. Para criar esse agradável ritual matinal, o empregador do Mike usa a IA para conectar e analisar dados gerados por suas preferências, comportamentos e dados biométricos. A nova tecnologia incentiva Mike a trazer todo o seu potencial para o trabalho e, ao fazê-lo, fortalece a conexão com seu empregador. No final, todos se beneficiam. A cena descrita acima fornece uma visão do futuro do trabalho, no qual os empregadores usam tecnologia digital, big data e inteligência artificial para melhorar o bem-estar de todos os funcionários e fortalecer essa relação empregador-funcionário. A tecnologia impulsiona o engajamento, o que melhora a produtividade e a cultura da empresa. Os funcionários querem carreiras que complementem suas vidas pessoais, e não o contrário. Isso gera maior demanda de flexibilidade das políticas nas empresas, o que traz benefícios para o funcionário e para o empregador. Cinquenta e um por cento dos funcionários querem mais opções de trabalho flexíveis que permitam período de folga prolongado, para idas à academia, cuidar de alguém quando necessário e evitar trajetos na hora do rush (ou deslocamento total).1 Com essa capacidade de equilibrar, mais headspace pode ser usado para ideias inovadoras, ao invés de se preocupar com quem está buscando as crianças na escola. De fato, um em cada dois empregados quer uma ênfase maior no bem-estar no local de trabalho. 1 A tecnologia é crucial para facilitar esse desejo. A tecnologia não apenas permite que os empregadores ofereçam benefícios de escolha, flexibilidade e sob demanda em um sentido prático, mas também aprimora a experiência geral do funcionário por ser relevante para uma pessoa. Os funcionários agora esperam que a experiência tecnológica que recebem fora do trabalho reflita a tecnologia a que eles têm acesso dentro do trabalho. As organizações que demoram a adotá-la descobrirão que estão ativamente desengajando a sua força de trabalho. Como 61% dos funcionários escolhem saúde como sua principal preocupação2, é importante prestar atenção a isso. O fornecimento de soluções que abrangem o alcance do verdadeiro bem-estar, de aplicativos de meditação, visitas virtuais a médicos, treinamento em condicionamento biométrico e outras ferramentas, aprimora os valores, a cultura e a produtividade da empresa.  É por isso que a Mercer adquiriu a Thomsons Online Benefits em 2016 com sua tecnologia líder, a Darwin. A Darwin ajuda os funcionários a conectar seus benefícios com suas vidas, dando-lhes acesso para personalizar sua oferta de benefícios. Ela fornece aos empregadores uma única fonte de dados de benefícios, permitindo uma visão completa do seu esquema em nível nacional, regional ou mundial, e a capacidade de tomar melhores decisões sobre como investir seus benefícios para um ótimo retorno do investimento. Para os empregadores, oferecer soluções personalizadas usando tecnologia ajuda a personalizar os benefícios para os funcionários, resultando em maior impacto e engajamento. As empresas que estão usando uma abordagem pautada em tecnologia estão fazendo bastante sucesso. Aquelas com tecnologia para medir o impacto de seu programa de benefícios estão 80% mais propensas a responder à necessidade de bem-estar dos funcionários.3 Estamos apenas começando a entender como a tecnologia pode ser aplicada para promover o bem-estar. As empresas que investem em tecnologia têm uma vantagem competitiva, porque seus funcionários saudáveis e felizes podem prosperar.4 Ao colocar as diversas necessidades de seus funcionários no centro de seus esforços, os empregadores podem levar o engajamento e a produtividade a um nível nunca antes imaginado.   1. Global Talent Trends Study 2018 https://www.mercer.com/our-thinking/career/global-talent-hr-trends.html 2 Global Talent Trends 2017 https://www.mercer.com/newsroom/global-talent-trends-2017.html 3 Global Employee Benefits Watch 2017/18 Report https://www.thomsons.com/resources/whitepapers/global-employee-benefits-watch-201718/ 4 Thriving in a Age Of Disruption https://www.mercer.com/our-thinking/thrive/thriving-in-a-disrupted-world.html

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