Investimento

Inclusão no MSCI Oferece Credibilidade Global às Ações A da China

21 Fevereiro, 2019
article-img
“A chinesas podem evoluir da inclusão parcial para a plena, assim como os mercados taiwanês e sul-coreano fizeram a partir da década de 1990."

A globalização da economia mundial está dando um passo gigantesco à frente. O MSCI está abrindo as portas para o segundo maior mercado de ações do mundo - a China. Esse desenvolvimento criará oportunidades e desafios sem precedentes, uma vez que a China e a comunidade internacional de investimentos cultivam essa nova e notável relação. A bolsa de valores chinesa doméstica (Xangai e Shenzhen) oferece aos investidores institucionais globais e fundos especulativos (hedge funds), caminhos anteriormente inexplorados para criar valor e gerar lucros.

O Caminho Para a Credibilidade Global  

O crescente destaque da China no mercado global ressalta a evolução de políticas de longa data e percepções cautelosas em relação ao papel de investidores externos. O relatório da Mercer The Inclusion of China A-Shares In MSCI Indices: Implications for Asset Managers and Investors (A Inclusão de Ações A da China nos Índices MSCI: Implicações para Gerentes de Ativos e Investidores) narra a jornada que a China e a comunidade internacional de investimentos fizeram juntas para alcançar esse acordo histórico e o que esperar de uma nova era de crescimento e colaboração. Antes do avanço do MSCI, os principais mecanismos que permitiam a entrada de investidores estrangeiros no mercado doméstico da China foram os programas Investidor Institucional Estrangeiro Qualificado (Qualified Foreign Institutional Investor - QFII) e Investidor Institucional Qualificado Renminbi (Renminbi Qualified Institutional Investor - RQFII) - ambos fortemente regulamentados por regras e regulamentos que limitavam os tipos e tamanhos de organizações autorizados a solicitar uma cota e sua capacidade de repatriar o capital.

As autoridades chinesas, no entanto, fizeram da abertura do mercado acionário do continente uma prioridade fundamental. A execução dessa estratégia inovadora, contudo, exigiu uma abordagem disciplinada e calculada para implementar a mudança. A China começou criando mecanismos para acomodar investidores estrangeiros. Em dezembro de 2016, foi lançado o programa Shenzhen-Hong Kong Stock Connect, proporcionando aos investidores estrangeiros acesso a empresas listadas na Bolsa de Valores de Shenzhen. Essa iniciativa inovadora abriu o caminho para a influência e participação global, com a China e a comunidade internacional de investimentos trabalhando juntas.

O Poder da Paciência e do Compromisso

A inclusão no Índice MSCI começou com a construção de confiança e boa vontade por meio de interesses e compromissos compartilhados por ambos os lados. Os programas Xangai/Shenzhen-Hong Kong Stock Connect - juntos conhecidos como “Stock Connect” - proporcionaram uma cota adicional para investidores estrangeiros e afrouxaram as restrições onerosas. A flexibilização dos limites diários de negociação, o progresso contínuo nas suspensões comerciais e a flexibilização da regulamentação - além da criação de novos veículos de investimento indexados - levaram à aceitação pelo MSCI. A China demonstrou sua disposição de trabalhar em colaboração com o MSCI e a comunidade global de investimentos.

Em troca, o MSCI fez várias concessões para facilitar a inclusão do mercado de ações A da China. Ao invés de abrandar o processo, o MSCI ofereceu uma abordagem mais agressiva e simplificada para a inclusão. A estratégia enxuta, porém eficiente, do MSCI limita as classificações de ações e países e permite apenas aos investidores internacionais uma exposição predeterminada em um mercado específico. Esses desenvolvimentos são apenas os primeiros passos para uma longa jornada. O acordo também serve como um símbolo poderoso para um futuro promissor de crescimento e prosperidade mútua. O peso das ações A da China nos amplos índices de mercado terá que aumentar ao longo do tempo. Em talvez 5-10 anos, as ações A chinesas podem evoluir da inclusão parcial para a plena, assim como os mercados taiwanês e sul-coreano fizeram a partir da década de 1990.

O Caminho a Seguir para os Investidores

O MSCI reconhece a volatilidade endêmica de entrar em uma economia tão massiva e complexa. Gerenciar expectativas é fundamental para o avanço da iniciativa. A primeira fase pesou apenas 226 ações a 2,5% de seu valor de mercado, e a próxima fase aumentou o número de ações em 10 e acrescentou 2,5% - num total de 5% da capitalização de mercado.1 O MSCI está claramente adotando uma abordagem moderada para promover o crescimento e a inclusão. Embora o mercado de ações A da China tenha vários recursos atraentes, para investidores com carteiras de ações relativamente pequenas ou simples seria bastante razoável adotar uma abordagem de esperar para ver o surgimento da China. Outros investidores podem optar por ser mais proativos.

Investidores com uma parte significativa de seu patrimônio investido em ações de mercados emergentes, e que buscam evoluir sua carteira ao longo do tempo, devem considerar como podem incorporar a oportunidade chinesa em expansão dentro de sua alocação mais ampla de ações. Uma alocação independente permite uma ponderação mais alta (do que as alocações ditadas pelo benchmark), com uma exposição mais ampla e profunda ao potencial de retorno e de diversificação do mercado. No entanto, os investidores devem abordar simultaneamente importantes riscos e questões de governança, considerando especialmente a natureza inédita desse cenário em desenvolvimento.

Para saber mais sobre como a inclusão das ações A da China nos Índice MSCI afetará o mercado global e criará novas oportunidades de investimento para sua organização, visite Mercer Wealth and Investments (ou Mercer Wealth and Investments – China).

 

1Pisani, Bob. “Here's Why You Will Own More China Stocks in the near Future.” CNBC, CNBC, 31 Ago. 2018, www.cnbc.com/2018/08/31/msci-adds-more-mainland-china-stocks-a-shares-to-its-indexes.html.

more in invest

Sean Daykin | 13 jun 2019

O Private Equity (PE) está se tornando cada vez mais importante no Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) devido ao recente enfoque na diversificação econômica e esforços de desenvolvimento. Ele surge como uma classe relativamente nova de ativos na região, com interesse no "capital de crescimento" em vez do PE mais tradicional de "compra", visto nos mercados desenvolvidos dos Emirados Árabes e Europa Ocidental, no qual os gestores dos fundos têm participação majoritária. De fato, o capital de risco viu uma explosão na arrecadação de fundos após o sucesso de gigantes de capital de risco da região, como a Careem, e a compra da Souq.com pela Amazon. O Private Equity pode desempenhar um papel importante na geração de crescimento econômico. Fatores como o aumento da riqueza da região, recentes reformas econômicas importantes e fortes iniciativas regionais do governo para fortalecer o empreendedorismo e promover as pequenas e médias empresas tornam os investimentos de PE bastante atraentes. Os governos locais estão tentando fomentar um crescimento ainda maior no capital de risco, criando incubadoras e núcleos regionais com menos regulamentações para incentivar os empreendedores a se estabelecerem na região. Esse empenho acabará gerando crescimento econômico sustentável, maior prosperidade e mais empregos de alta qualificação. No entanto, após o caso amplamente divulgado do Grupo Abraaj1 , o setor tem exigido governança corporativa mais forte na região. Os gestores locais de PE vêm sofrendo um controle bem maior já que os investidores estão começando a prestar mais atenção no modo como seus fundos são administrados.  Os investidores regionais estão solicitando maior compreensão da medição do desempenho de mercados privados. Os compradores e investidores querem fundamentar suas decisões para entrar no mercado de PE com informações testadas e comprovadas, considerando fatores como desempenho passado e com a devida diligência sobre investimentos e operações. Embora seja essencial medir o desempenho absoluto e relativo dos mercados privados, ele apresenta fortes nuances. Como a "criação de valor" é um aspecto importante na história do Private Equity, a medição não deve ser só precisa, como também significativa. Assim como com todos os investimentos, a avaliação do desempenho passado é sempre um fator importante na hora de optar ou não pela inclusão do Private Equity na alocação geral de ativos de um portfólio. No entanto, os investidores de PE devem olhar mais a fundo para saber o verdadeiro desempenho de um fundo, usando rigorosa e devida diligência. Uma combinação de métricas e medidas qualitativas é importante para oferecer uma compreensão holística do registro de acompanhamento do fundo e de seu potencial de desempenho futuro. Em termos de métricas quantitativas, as três mais usadas são: Taxa Interna de Retorno (TIR), relação do Valor Total Pago (TVPI) e relação do valor Distribuído para Integralizado (DPI). A TIR é a métrica mais citada para avaliação do desempenho de um investimento do mercado privado. É uma avaliação baseada no tempo que leva em consideração o investimento feito e adquirido durante um período. Quanto mais tempo o investimento levar para amadurecer (ou vender a um determinado preço), mais cairá uma determinada TIR global anualizada. A segunda medida, TVPI, considera o total do valor recebido dos investimentos (por meio de dividendos e da venda no final) comparado ao investimento inicial realizado. A medida final é a relação DPI, que mede o retorno do capital inicial (por meio de dividendos ou outros pagamentos) comparado ao investimento inicial realizado. O DPI é um barômetro do valor realizado, não do valor total. Todas essas três métricas exercem um papel importante para ajudar os investidores a avaliarem o desempenho histórico de um fundo de Private Equity. Embora não haja uma resposta única para avaliar de modo completo e preciso o desempenho de um fundo de Private Equity, essas métricas, quando utilizadas em conjunto, podem ajudar a obter uma melhor compreensão sobre ele. A medição do desempenho passado de um fundo não lhe diz muito sobre o desempenho do próximo fundo de Private Equity. Essas obrigações possuem uma vida longa e, sendo assim, é necessário considerar outros fatores relacionados ao investimento. Entre eles estão a estabilidade da equipe de investimento, observando como ela busca negócios ou como cria valor nas empresas do seu portfólio. Depois do caso do Grupo Abraaj, a avaliação de gerentes e operações de back-office tornou-se uma medida essencial de devida diligência. Controles internos eficazes, sistemas reforçados e uma equipe operacional bem montada também são fundamentais para que o fundo de Private Equity tenha sucesso. A avaliação do desempenho do mercado privado é, com certeza, mais complicada do que a avaliação do desempenho do mercado público. Ela requer uma visão clara das métricas e metodologias relevantes, é fundamentada por várias perspectivas e demanda especificidade da análise. Além disso, pode ser subjetiva, propensa à manipulação e representa, no final das contas, uma avaliação imperfeita do sucesso de um investimento no mercado privado. No entanto, é provável que a avaliação do desempenho do mercado privado continue evoluindo e acabe diminuindo suas deficiências atuais. "O segredo dos investidores é identificar os talentos capazes de gerar sólidos investimentos de modo contínuo com o passar do tempo". Embora o desempenho passado seja útil para avaliar o histórico de acompanhamento de um gerente, ele não garantirá resultados futuros. Portanto, o investidor precisa realizar investimentos "qualitativos" profundos juntamente com a devida diligência operacional para avaliar a probabilidade do sucesso do investimento futuro. Para saber mais sobre como a Mercer pode ajudar nas suas estratégias de investimento, clique aqui. Fontes: 1Ramady, Mohamed, "Abraaj Capital: The Rise and Fall of a Middle East Star," Al Arabiya, July 3, 2018,https://english.alarabiya.net/en/views/news/middle-east/2018/07/03/Abraaj-Capital-The-rise-and-fall-of-a-Middle-East-star.html#.

John Benfield | 16 mai 2019

Os tempos estão mudando. O mundo está rumando para o investimento ético e sustentável no longo prazo. Os governos que se preparam para o futuro estão cada vez mais enfatizando o papel dos mercados financeiros no incentivo ao desenvolvimento sustentável. A demanda dos investidores por soluções de investimento responsáveis (IR) cresceu significativamente, como podemos observar pelo crescimento dos ativos alocados a investimentos relacionados a IR. Junto com a transição para o monitoramento de índices de ações de baixo custos, isso tem causado um aumento no número de índices de IR disponíveis atualmente. Nossa expectativa é de que os índices de IR tornem-se um importante passo inicial para a integração de critérios ambientais, sociais e de governança corporativa para muitos investidores com passivos ou investimentos baseados nesses fatores. Na Mercer, definimos Investimento Responsável como a integração de fatores ambientais, sociais e de governança corporativa aos processos de gestão de investimentos e práticas relacionadas à propriedade, acreditando que estes fatores podem ter um impacto relevante sobre o desempenho financeiro. Entretanto, na região do CCG, com os esforços para diversificar a economia, os governos estão acumulando conhecimentos sobre a importância do investimento responsável. O CCG soma quatro dos seis Fundos Soberanos que fundaram o Grupo de Trabalho do One Planet Sovereign Wealth Fund em dezembro de 2017, por ocasião da Cúpula One Planet em Paris. Dentro dos próprios Emirados Árabes Unidos, numerosas iniciativas (como a Economia Verde para o Desenvolvimento Sustentável e a Agenda Verde) estão impulsionando o país para o futuro do investimento responsável. Em conformidade com a estratégia de diversificação, essas iniciativas apoiam o plano Vision 2030, em alinhamento com as ambições de crescimento econômico e os alvos de sustentabilidade ambiental da nação. Abu Dhabi está contribuindo muito para a causa com vários desenvolvimentos, como a Cidade de Masdar, um projeto de energia verde de muitos bilhões de dólares.1 Enquanto isso, Dubai estabeleceu um parque energético e ambiental chamado Enpark, uma Zona Franca para empresas de energia limpa e tecnologia ambiental.2 À medida que os motivos comerciais para investir com responsabilidade se fortalecem na região do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), existe uma demanda crescente para integrar fatores ambientais, sociais e de governança ou temas relacionados à sustentabilidade nas decisões e processos de investimento. As instituições estão considerando os benefícios do investimento responsável, não apenas para os seus investimentos como também para sua reputação e os resultados obtidos. O investimento sustentável oferece oportunidades atraentes para explorar o potencial de crescimento de empresas que oferecem soluções para vários desafios, de escassez de recursos, mudanças demográficas e mudanças na evolução das respostas às políticas públicas e a uma diversidade de questões ambientais e sociais. Pesquisas e evidências do setor têm demonstrado os benefícios da integração dos fatores ESG ao desempenho das empresas no longo prazo. Por exemplo, o Deutsche Bank analisou mais de 100 estudos acadêmicos em 2012 e concluiu que as empresas com maiores classificações ESG apresentavam um custo de capital menor em termos de dívida e capital próprio. Outro estudo realizado em 2015 por Hsu (professor na Universidade Nacional Taichung de Ciência e Tecnologia) e Cheng (Professor da Universidade Nacional Chung Sing), ambos de Taiwan, descobriu que empresas socialmente responsáveis apresentam melhor desempenho em termos de classificação de crédito e oferecem menor risco de crédito.3 Com empresas operando contrariamente à definição de interesse público quanto a questões ambientais e sociais, a incorporação dos fatores ESG agora também é reconhecida como uma prática recomendada. Cada vez mais, os empregados querem trabalhar e investir em empresas que apresentem um impacto ambiental positivo. Iniciativas e organismos globais, como o CFA Institute, têm ressaltado os riscos para as finanças e a reputação de não levar em consideração os fatores ESG. Embora o CCG esteja começando a compreender os benefícios da aplicação de fatores ESG, a região não avançou muito nesse conceito. Investimentos em conformidade com a Sharia têm estado disponíveis nas últimas duas décadas. Ambos os modelos aplicam a abordagem da triagem negativa e buscam investimentos que ofereçam retorno sustentável. Com a combinação entre fatores ESG e triagem Sharia, os investidores islâmicos podem melhorar o desempenho dos investimentos e cumprir as metas sociais e ambientais ao mesmo tempo. Com o foco atual dos EAU na diversificação do seus investimentos, o país pode se beneficiar muito da criação de um mercado e uma cultura de investimento responsável, em que a estratégia e os processos andem lado a lado como passos importantes para uma integração bem-sucedida. Ao buscar o crescimento sustentável, uma camada adicional de conhecimento e fiscalização é muito importante para mitigar riscos emergentes, como a mudança climática. Com esse propósito, implementar avaliações ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG) ajudará a definir KPIs claros e identificar onde e como os projetos vão gerar valor e mitigar os riscos associados a eles. Por exemplo, a Mercer aplica um Modelo de Investimento para o Crescimento Sustentável com os seus clientes, que distingue as implicações financeiras (riscos) associadas aos fatores ambientais, sociais e de governança corporativa e as oportunidades de crescimento nos setores mais diretamente afetados por questões sustentáveis. Medir o impacto e mitigar riscos tornou-se cada vez mais importante e representa um forte processo de governança dos investimentos. Os benefícios de adotar os fatores ESG são inúmeros. Embora o CCG tenha iniciado a implementação de princípios ESG, ainda é necessário mais trabalho para assegurar que os governos estejam plenamente engajados com os stakeholders, incluindo os investidores, e que as estratégias estejam alinhadas em toda a região. As pressões regulatórias para cumprir padrões globais de integração de fatores ESG tendem apenas a aumentar nos próximos anos. Em lugar de fugir delas, é tempo de as empresas, os investidores e os governos se reunirem e definirem um modo de trabalho que traga avanços ao CCG em termos de investimento responsável e crescimento sustentável. Fontes: 1Carvalho, Stanley, "Abu Dhabi To Invest $15 Billion in Green Energy," Reuters, January 21, 2008, https://www.reuters.com/article/environment-emirates-energy-green-dc/abu-dhabi-to-invest-15-billion-in-green-energy-idUSL2131306920080121 2Energy and Environment Park:Setup Your Company In Enpark, UAE Freezone Setup, https://www.uaefreezonesetup.com/enpark-freezone 3Chen, Yu-Cheng and Hsu, Feng Jui, "Is a Firm's Financial Risk Associated With Corporate Social Responsibility?"Emerald City, 2015, https://www.emeraldinsight.com/doi/abs/10.1108/MD-02-2015-0047

Gareth Anderson | 21 mar 2019

O tamanho e a escala do mercado doméstico da China se tornaram uma das maiores conquistas econômicas da nação. Desde a explosão da classe média até o amplo impacto da transformação digital em toda a população e indústrias, a China - e a economia global - estão entrando em uma nova era de oportunidades de investimento. Há dinheiro a ser feito através do investimento na China, mas a abertura dos ativos domésticos altamente regulados do país para investidores estrangeiros implica em uma curva de aprendizado em ambos os lados. Perspectiva: China x Economias em Crescimento O relatório da  Mercer A inclusão de Ações A da China nos Índices MSCI: Implicações para Gerentes de Ativos e Investidores, explica porque a abertura do mercado interno da China à economia global criou uma onda de entusiasmo em toda a comunidade e mercado de investimento internacional. Esse entusiasmo está sendo cuidadosamente gerenciado pela estratégia medida que a China e o MSCI estão implementando enquanto estabelecendo uma estrutura para futuro crescimento. A fase inicial pesou apenas 226 ações a meros 5% de seu valor de mercado, demonstrando que essa nova era será definida por uma mentalidade incremental e de longo prazo. Essa abordagem cautelosa pode ser uma boa notícia para as economias em crescimento concorrentes na região. Apesar do lançamento conservador das ações A chinesas (ativos domésticos) no mercado internacional, a inclusão no Índice MSCI afetará profundamente o cenário econômico global, especialmente no que diz respeito à influência das economias emergentes. Veja, por exemplo, como será o Índice MSCI com a inclusão de 5% das ações A chinesas e, depois, com 100% de inclusão. Economias em crescimento como Índia, Taiwan e Coréia do Sul podem ser impactadas negativamente pela inclusão da China doméstica em índices globais, especialmente se os investidores mudarem seu foco dos mercados em crescimento para novas oportunidades em ações A chinesas.   (Fonte: MSCI) A mudança está inerentemente repleta de avanços, obstáculos e ansiedade do desconhecido. Embora ninguém possa prever o futuro com 100 por cento de precisão, vamos examinar as oportunidades e os desafios do novo status da China na economia global e o que isso significa para os investidores em ações. Oportunidades da Inclusão no MSCI: 1.     Tamanho do mercado: O mercado doméstico chinês é grande, compreendendo mais de 3.000 ações e é o mais líquido do mundo. Desde o início de 2017, as Bolsas de Valores de Xangai e Shenzhen registraram um maior volume diário de negociação agregado do que as Bolsas de Valores de Nova York e NASDAQ juntas.  2.     Diversidade: O mercado doméstico chinês envolve um corte transversal de empresas que representam um grande número de indústrias, e é muito mais diversificado no nível do setor do que as ações da China listadas na Bolsa de Valores de Hong Kong (que é altamente concentrada em TI e finanças). 3.     Exclusividade: Historicamente, o mercado de ações A da China mostrou uma baixa correlação com outros mercados de ações, marcando uma era de oportunidades novas e inexploradas para criar valor. 4.     Propriedade Estrangeira Limitada: Com os investidores de varejo chineses internos compreendendo mais de 75% do teto de mercado de free-float - o número de ações em circulação disponíveis para o público em geral - há uma falta de proprietários institucionais informados no mercado. A natureza sem precedentes da situação pode criar ineficiências, mas também produzir um ambiente que pode ser propício para investidores dispostos a explorar novas oportunidades. Desafios da Inclusão no MSCI: 1.     Volatilidade: Embora o mercado seja grande e líquido, ele é volátil e passou por períodos em que a liquidez diminuiu drasticamente em curtos períodos de tempo. No entanto, a China tomou medidas para mitigar a volatilidade, incluindo a formação de uma "equipe nacional" para ajudar a estabilizar o mercado através da compra de ações A em tempos de estresse do mercado. 2.     Concentração: Existe uma preocupação em relação à composição dos benchmarks quando as ações A da China estiverem incluídas nos índices em seu peso total. Os benchmarks globais de mercados emergentes são relativamente diversificados no momento, mas serão cada vez mais dominados pela China após a inclusão total do mercado de ações A da China. No entanto, para resolver esse problema, muitas organizações inovadoras estão recrutando analistas e gerentes de portfólio experientes na região - ou estão desenvolvendo soluções internas/híbridas para explorar investimentos autônomos e outras estratégias. 3.     Incerteza Global: As tensões comerciais entre os EUA e a China e outras preocupações geopolíticas fizeram com que alguns investidores ficassem resistentes às oportunidades no mercado doméstico da China. À medida que os mercados buscam a estabilidade sobre o caos, um futuro desconhecido e as realidades e mecanismos de investimentos emergentes farão com que algumas organizações optem por ficar à margem. Isso, no entanto, significa mais oportunidades potenciais para os investidores com as carteiras e tolerância ao risco para explorar novas oportunidades. Para saber mais sobre como a inclusão das ações A da China nos Índices MSCI afetará o mercado global e criará novas oportunidades de investimento para sua organização, visite Mercer Wealth and Investments (ou Mercer Wealth and Investments – China).

Saiba mais sobre Voice on Growth

Sean Daykin | 13 jun 2019

O Private Equity (PE) está se tornando cada vez mais importante no Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) devido ao recente enfoque na diversificação econômica e esforços de desenvolvimento. Ele surge como uma classe relativamente nova de ativos na região, com interesse no "capital de crescimento" em vez do PE mais tradicional de "compra", visto nos mercados desenvolvidos dos Emirados Árabes e Europa Ocidental, no qual os gestores dos fundos têm participação majoritária. De fato, o capital de risco viu uma explosão na arrecadação de fundos após o sucesso de gigantes de capital de risco da região, como a Careem, e a compra da Souq.com pela Amazon. O Private Equity pode desempenhar um papel importante na geração de crescimento econômico. Fatores como o aumento da riqueza da região, recentes reformas econômicas importantes e fortes iniciativas regionais do governo para fortalecer o empreendedorismo e promover as pequenas e médias empresas tornam os investimentos de PE bastante atraentes. Os governos locais estão tentando fomentar um crescimento ainda maior no capital de risco, criando incubadoras e núcleos regionais com menos regulamentações para incentivar os empreendedores a se estabelecerem na região. Esse empenho acabará gerando crescimento econômico sustentável, maior prosperidade e mais empregos de alta qualificação. No entanto, após o caso amplamente divulgado do Grupo Abraaj1 , o setor tem exigido governança corporativa mais forte na região. Os gestores locais de PE vêm sofrendo um controle bem maior já que os investidores estão começando a prestar mais atenção no modo como seus fundos são administrados.  Os investidores regionais estão solicitando maior compreensão da medição do desempenho de mercados privados. Os compradores e investidores querem fundamentar suas decisões para entrar no mercado de PE com informações testadas e comprovadas, considerando fatores como desempenho passado e com a devida diligência sobre investimentos e operações. Embora seja essencial medir o desempenho absoluto e relativo dos mercados privados, ele apresenta fortes nuances. Como a "criação de valor" é um aspecto importante na história do Private Equity, a medição não deve ser só precisa, como também significativa. Assim como com todos os investimentos, a avaliação do desempenho passado é sempre um fator importante na hora de optar ou não pela inclusão do Private Equity na alocação geral de ativos de um portfólio. No entanto, os investidores de PE devem olhar mais a fundo para saber o verdadeiro desempenho de um fundo, usando rigorosa e devida diligência. Uma combinação de métricas e medidas qualitativas é importante para oferecer uma compreensão holística do registro de acompanhamento do fundo e de seu potencial de desempenho futuro. Em termos de métricas quantitativas, as três mais usadas são: Taxa Interna de Retorno (TIR), relação do Valor Total Pago (TVPI) e relação do valor Distribuído para Integralizado (DPI). A TIR é a métrica mais citada para avaliação do desempenho de um investimento do mercado privado. É uma avaliação baseada no tempo que leva em consideração o investimento feito e adquirido durante um período. Quanto mais tempo o investimento levar para amadurecer (ou vender a um determinado preço), mais cairá uma determinada TIR global anualizada. A segunda medida, TVPI, considera o total do valor recebido dos investimentos (por meio de dividendos e da venda no final) comparado ao investimento inicial realizado. A medida final é a relação DPI, que mede o retorno do capital inicial (por meio de dividendos ou outros pagamentos) comparado ao investimento inicial realizado. O DPI é um barômetro do valor realizado, não do valor total. Todas essas três métricas exercem um papel importante para ajudar os investidores a avaliarem o desempenho histórico de um fundo de Private Equity. Embora não haja uma resposta única para avaliar de modo completo e preciso o desempenho de um fundo de Private Equity, essas métricas, quando utilizadas em conjunto, podem ajudar a obter uma melhor compreensão sobre ele. A medição do desempenho passado de um fundo não lhe diz muito sobre o desempenho do próximo fundo de Private Equity. Essas obrigações possuem uma vida longa e, sendo assim, é necessário considerar outros fatores relacionados ao investimento. Entre eles estão a estabilidade da equipe de investimento, observando como ela busca negócios ou como cria valor nas empresas do seu portfólio. Depois do caso do Grupo Abraaj, a avaliação de gerentes e operações de back-office tornou-se uma medida essencial de devida diligência. Controles internos eficazes, sistemas reforçados e uma equipe operacional bem montada também são fundamentais para que o fundo de Private Equity tenha sucesso. A avaliação do desempenho do mercado privado é, com certeza, mais complicada do que a avaliação do desempenho do mercado público. Ela requer uma visão clara das métricas e metodologias relevantes, é fundamentada por várias perspectivas e demanda especificidade da análise. Além disso, pode ser subjetiva, propensa à manipulação e representa, no final das contas, uma avaliação imperfeita do sucesso de um investimento no mercado privado. No entanto, é provável que a avaliação do desempenho do mercado privado continue evoluindo e acabe diminuindo suas deficiências atuais. "O segredo dos investidores é identificar os talentos capazes de gerar sólidos investimentos de modo contínuo com o passar do tempo". Embora o desempenho passado seja útil para avaliar o histórico de acompanhamento de um gerente, ele não garantirá resultados futuros. Portanto, o investidor precisa realizar investimentos "qualitativos" profundos juntamente com a devida diligência operacional para avaliar a probabilidade do sucesso do investimento futuro. Para saber mais sobre como a Mercer pode ajudar nas suas estratégias de investimento, clique aqui. Fontes: 1Ramady, Mohamed, "Abraaj Capital: The Rise and Fall of a Middle East Star," Al Arabiya, July 3, 2018,https://english.alarabiya.net/en/views/news/middle-east/2018/07/03/Abraaj-Capital-The-rise-and-fall-of-a-Middle-East-star.html#.

Siddhartha Gupta | 13 jun 2019

A aquisição de talentos é um dos maiores desafios enfrentados pelas organizações, de acordo com o relatório anual Mercer-Mettl State of Talent Acquisition 2019. Com inovações tecnológicas varrendo o mercado e a ênfase cada vez maior na avaliação de habilidades, a análise de talentos é nada menos que uma maratona para agarrar talentos de alto potencial antes dos concorrentes. Além disso, à medida que o processo de contratação continua a evoluir dos anúncios em jornais para o recrutamento social, a próxima onda do setor é o recrutamento automatizado. As organizações começaram a se afastar dos processos manuais de contratação para os movidos a tecnologia. Veja três maneiras como a tecnologia está melhorando a área de talentos. 1. A tecnologia pode promover os valores da marca do empregador   Para atrair e reter talento de alta qualidade a partir de 2019, construir uma marca de empregador forte deve ser uma prioridade de todo empregador. Com mais organizações lutando para criar locais de trabalho melhores e para gastar mais para incentivar o engajamento dos empregados, a sua marca deve criar uma avaliação positiva no mercado. Um dos principais relatórios do LinkedIn também sugere que 75% dos candidatos avaliam a marca do empregador antes de ingressar em uma organização.1 Uma marca de empregador positiva pode ajudar você a atrair talento de qualidade, retê-lo e atender diversas requisições no piloto automático por meio de indicações. Esse é o poder da marca do empregador. Como a tecnologia pode fazer a diferença aqui? Ferramentas, aplicativos e soluções de última geração podem fazer uma diferença enorme. Seja um site de carreiras inteligente, presença robusta em mídias sociais ou um sistema de gestão de relacionamentos com candidatos, a tecnologia pode ajudar as organizações a elaborar uma estratégia de branding mais refinada e colher todos os benefícios resultantes. 2. A tecnologia pode melhorar a experiência do candidato   Quando os candidatos têm várias ofertas de emprego para escolher, você tem que apresentar uma razão muito boa para que eles venham para a sua organização, que deve ser diferente de um contracheque gordo. Proporcionar uma experiência gratificante ao candidato pode fazer isso. O processo de recrutamento é classificado, de forma geral, em três estágios: Aquisição, Triagem & Seleção e Integração. O seu trabalho é oferecer uma experiência consistente e descomplicada em cada um desses estágios, para que o candidato pense: "Esta organização tem um processo de recrutamento bem estruturado. Deve ser um bom lugar para trabalhar." E você está pronto! Por outro lado, se houver obstáculos em algum desses estágios ou se os candidatos tiverem a impressão de que o seu processo de recrutamento é bagunçado, eles podem procurar um lugar mais compatível com eles lá fora. Graças à tecnologia de recrutamento, existem diversas opções que você pode escolher para proporcionar uma excelente experiência ao candidato. 3. A tecnologia pode melhor a qualidade do banco de talentos   Antigamente, as empresas não tinham nenhum procedimento padronizado para a avaliação e o recrutamento. Basicamente, recorriam a anúncios em jornais, visitantes sem hora marcada, entrevistas presenciais desestruturadas e até testes com papel e caneta para preencher vagas. Entretanto, com o tempo, elas perceberam que esses métodos tinham inconvenientes. Os métodos tradicionais de recrutamento eram longos, complexos e tendenciosos. Eles deixavam de avaliar as habilidades interpessoais dos candidatos e não compreendiam suas fraquezas, já que o RH não tinha nenhum dado ou modelo concreto no qual basear seus questionários de triagem. Isso acabava aumentando as desistências e os níveis iniciais de desgaste com os candidatos, deixando os empregadores com um dilema. Esse processo desestruturado deu lugar a avaliações online que agora ajudam a reduzir a lista dos candidatos ideais para uma vaga de emprego, com base nas habilidades que eles possuem. Além disso, esses testes pré-triagem também previam o desempenho profissional e a probabilidade de retenção do novo contratado. Com talentos de qualidade geralmente disponíveis no mercado por 10 dias, em média, as empresas cada vez mais tornam o seu processo de aquisição de talentos mais prático, rápido e interessante para atrair candidatos talentosos. Além disso, de acordo com o relatório Mercer-Mettl, 53% das organizações usam entrevistas baseadas em competência e 40% das organizações usam entrevistas em vídeo para contratar grandes talentos. Os métodos de recrutamento dos novos tempos não apenas aumentam o engajamento dos candidatos, como também melhoram a qualidade das contratações. Em 2017, o uso de avaliações no setor de serviços em tecnologia de informação aumentou em 132%, enquanto o setor de serviços bancários, financeiros e seguros experimentou um aumento de 217% no uso de avaliações. A adoção da tecnologia para contratações indica a efetividade dos métodos dos novos tempos. A ferramenta coleta informações de candidatos e compila as respostas para gerar um relatório final que destaca os pontos positivos, os negativos e as áreas nas quais precisam melhorar. No final das contas, os resultados com base em dados impulsionam o valor da marca do empregador, melhoram a experiência do candidato, aprimoram a qualidade da base de talentos e ajudam a executar contratações em massa e também em nichos de maneira homogênea. 1"The Ultimate List of Employer Brand Statistics," LinkedIn Talent Solutions,https://business.linkedin.com/content/dam/business/talent-solutions/global/en_us/c/pdfs/ultimate-list-of-employer-brand-stats.pdf.

Mustafa Faizani | 30 mai 2019

Não há dúvida de que as empresas familiares são notórias no Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) em vários setores. De empresas pequenas a renomadas corporações multinacionais, as empresas de propriedade e administração familiar são a base do país moderno. Muitas dessas empresas já existem há cinco décadas e ainda estão em operação atualmente. À medida que as pessoas da primeira geração começam a se retirar, temos visto a segunda e terceira gerações assumirem o controle. Estima-se que, no Oriente Médio, aproximadamente US$ 1 trilhão em ativos será transferido para a geração seguinte de empresas de propriedade familiar na próxima década.1 A transição da primeira para a segunda geração e, cada vez mais, da segunda para a terceira geração, terá implicações tremendas na sustentabilidade e no crescimento dessas empresas. Como resultado, a herança e o planejamento de sucessão estão se tornando uma preocupação cada vez maior no GCC já que muitas empresas se encontram na posição de passar o bastão para a próxima geração. Embora os líderes atuais prefiram manter os negócios em família, existem vários desafios que podem surgir se não tiver sido feita a preparação correta antes da transição. Essa falta de preparação é comum, já que é fácil para os líderes ficarem tão envolvidos na correria do dia a dia da empresa que perdem de vista as prioridades mais estratégicas de prazo mais longo. A penalidade por falhar em lidar com as mudanças de liderança ou propriedade podem ser significativas. A ausência de um plano de sucessão claro e estratégico pode causar rupturas, conflitos e incerteza no negócio, tornando-o vulnerável a uma aquisição ou tomada de controle. A sobrevivência de um negócio no longo prazo e a preservação da riqueza acumulada dependerão, provavelmente, de avançar nessas mudanças com a herança e o planejamento da sucessão. Tenha uma sólida estratégia de talentos internos   O planejamento pode ter vários benefícios. A prioridade é garantir a continuidade da liderança, que é um fator importante para manter os funcionários engajados e garantir a retenção. Ele também proporciona tempo para contratar candidatos internos para posições importante, evitando, assim, o custo com buscas externas. Os candidatos internos conhecem melhor a organização e tendem a ter mais chances de sucesso do que as contratações externas. Além disso, a promoção interna ajuda a reter bons profissionais, pois eles veem as oportunidades de crescimento e ficam para alcançá-las. Uma sólida estratégia de talentos também pode preencher rapidamente as posições de liderança, não só evitando o possível custo de cargos não preenchidos e erros devido à ausência de liderança, mas ajudando a impedir consequências jurídicas resultantes de possíveis passos equivocados. Avalie sua estrutura operacional e execute o plano em fases   Geralmente os líderes olham a atual estrutura de subordinação e o organograma para avaliar quem poderá ser o próximo líder. No entanto, também é importante pensar na estrutura operacional da organização e em como ela pode mudar com o tempo. Os líderes devem considerar o modo como as atividades funcionais evoluirão à medida que o negócio crescer, observando ao mesmo tempo a experiência dos acionistas durante essa mudança significativa. Esses fatores precisam ser analisados antes de selecionar as pessoas que assumirão a função. Como parte desse processo, é fundamental que o planejamento da sucessão seja feito em fases. Primeiramente, é importante identificar as funções cruciais ao negócio e o grupo de sucessores que mais se enquadram nos requisitos da organização. Garantir as avaliações certas para determinar os níveis de prontidão pode solidificar a próxima geração de liderança empresarial. Vários métodos de avaliação são indicados, entre eles observar as medidas históricas de desempenho, testes 360° de comportamento de liderança e medidas preditivas de potencial. Envolva a liderança executiva   Por último, é essencial o envolvimento da liderança executiva no processo do planejamento de sucessão. Os principais líderes da organização devem estar todos participando do plano para trazer a próxima geração e se reunir com frequência para discutir problemas no gerenciamento estratégico de talentos. Os resultados finais de um plano de sucessão empresarial dependem da adesão e do compromisso da organização com ele. Ele requer um alto nível de envolvimento e trabalho contínuo para manter a sucessão avançando com o passar do tempo apesar das interrupções inevitáveis das necessidades operacionais e mudanças inesperadas. Para saber mais sobre o planejamento da sucessão das empresas familiares, acesse aqui. Fontes: 1Augustine, Babu, "Middle East's Family Businesses Get Serious on Sustainability" Gulf News, November 7, 2015,https://gulfnews.com/how-to/your-money/middle-easts-family-businesses-get-serious-on-sustainability-1.1614502.

back_to_top